quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

ARTIGO IX

FiFA ANUNCIA MUDANÇA NAS REGRAS DO FUTSAL
              As regras oficiais do futsal foram revisadas, causando mudanças importantes na maneira como o esporte será praticado a partir de agora. As três modificações afetam a Regra 7 (duração do jogo), a Regra 12 (faltas e infrações) e a Regra 16 (arremesso de meta).

             Pelas alterações na Regra 7, um período de jogo só será encerrado após um chute a gol atingir o seu destino ou após uma cobrança de penalidade máxima, de tiro livre sem barreira ou de tiro livre direto. O final será assinalado pelo apito do árbitro, assim como ocorre no futebol de areia.

             Nas Regras 12 e 16, as alterações afetam a atuação dos goleiros. Agora será marcado tiro livre indireto se, depois de controlar a bola, o goleiro voltar a tocar nela na sua metade da quadra após um passe intencional de um companheiro de equipe sem que nenhum jogador adversário tenha tocado nela. A falta será cobrada do local onde a infração tiver ocorrido.

            Anteriormente, o goleiro podia jogar em uma posição avançada e tocar novamente na bola após ela cruzar a linha central. Isso não é mais possível — agora o goleiro só poderá controlar a bola uma vez na sua própria metade da quadra, por um período de no máximo quatro segundos, e só poderá voltar a tocar na bola após um adversário também ter tocado nela.

            Isso é fundamental para evitar táticas defensivas por meio das quais o "quinto jogador" (ou seja, o goleiro) ficava constantemente tocando a bola na sua própria metade da quadra. Agora, se uma equipe quiser jogar com um goleiro avançado para evitar perder uma partida, o goleiro precisará ultrapassar a linha central.

Regulamentação poderá ser aplicada em 2011

          Como o Campeonato Paranaense de Futsal começou antes da nova mudança de regra, é muito provável que a Federação Paranaense de Futebol de Salão aplique a nova regulamentação somente em 2011. Contudo a entidade ainda não se pronunciou sobre o assunto.
fonte: pt.fifa.com
colaboração: www.cliqueesporte.com

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

ARTIGO VIII

COMUNICAÇÃO NO VOLEIBOL
Prof. Aluísio Menin Mendes*
   Segundo o dicionário Aurélio (1993) comunicar é tornar comum, ligar, unir; estabelecer comunicação, entendimento, convívio; transmitir, propagar. Comunicar não é nada mais nada menos do que o que fazemos a todo momento que queremos nos expressar e o que precisamos para viver.
   Nos treinamentos e jogos de Voleibol não é diferente, a comunicação é uma necessidade. Para que o técnico possa passar instruções ou informações aos seus atletas necessita comunicar-se. Da mesma forma quando os atletas têm dúvidas ou desejam manifestar suas opiniões vão precisar desta linha de ligação. Podendo ser feita através de gestos, palavras ou até expressões faciais, a comunicação entre técnico e atletas, ou entre atletas é algo imprescindível. E, assim como os fundamentos do jogo, pode ser aprendida e melhorada.
   Quantas vezes o técnico vê seu atleta retornar ao exercício ou ao jogo, após ter recebido instruções e não ficou pensando que “falou grego”? Será que esta comunicação está ocorrendo de forma adequada? É evidente que existe um problema. Ao comunicar, o técnico deve levar em consideração o nível do atleta que possui, e se for aprendiz exigirá então uma atenção especial. Não fazer-lhe fortes pressões que é segundo COSTA (2001), uma forma para não inibir o aprendizado é um dos fatores a considerar.
   Outro cuidado que o técnico deve ter em mente ao comunicar é que a capacidade dos atletas difere muito. Detalhes que são óbvios demais para ele, provavelmente passarão despercebidos para o iniciante. Então, ao transmitir informações o técnico deve considerar esta diferença de idade e conseqüentemente de experiências para poder adequar sua linguagem ao atleta. Mesmo com atletas experientes falar de forma simples e objetiva, com um número pequeno de informações seria o ideal. Se fizer isto de maneira relativamente freqüente, enfatizando os aspectos positivos, motivará o aluno e reforçará a aprendizagem (MAGILL, 2000). Ser “sincero e compreensível” (ASEP, 1999, p.23) conquistará a confiança do atleta no técnico.
   Não se pode esquecer que cada técnico tem sua própria personalidade, sua própria percepção e uma forma diferente de avaliar as situações, porém deve, ao comunicar, ter em mente que quer o melhor para seu atleta. Fazendo com que o aprendiz compreenda esta intenção sua, ele também fará o possível para compreender o que lhe é transmitido. Terá que ter consciência que também tem liberdade e o poder de expressar-se. Afinal a comunicação é um meio de entendimento entre 2 ou mais pessoas e as informações devem ir e vir. Entretanto, é fundamental que ao receber as informações, tanto técnico, como atletas, estejam atentos e realmente interessados (ASEP, 1999).
   Outro problema que retratamos agora é a comunicação entre os próprios atletas. Principalmente na iniciação do Voleibol são muito comuns os erros ocasionados pela falta de comunicação entre os companheiros de equipe. É evidente que num espaço relativamente pequeno onde 6 pessoas são responsáveis por não deixarem a bola cair seja até natural que ocorram erros desta natureza. Uma sugestão clara para solucionar este problema é que sejam ditas palavras em voz alta. Não vemos a necessidade de gritar, pois tornaria esta bem intencionada atitude, algo grosseiro e inibidor, principalmente aos iniciantes. Palavras-chave como: “meu”, “tua”, “deixa”, “vai”, e qualquer outra que deixe claro ao companheiro próximo quais são suas intenções, evitariam a indecisão ou até o choque entre atletas.
   Normalmente se vêm jovens aprendizes utilizarem a visão para reagir em todas as ações do jogo de Voleibol e não abrem mão disto por nada. Tudo bem, até chegar o momento de olhar para o colega ao lado para “ver” suas intenções e novamente olhar a bola. Não haverá tempo suficiente para nenhum dos dois reagir, porque a bola não espera a decisão. Para jovens iniciantes fica a sugestão de tão logo antecipem a trajetória da bola digam qual sua intenção: se irá tocar a bola ou deixará para o parceiro de jogo.
   Entretanto a comunicação no Voleibol não é útil somente nos casos de indecisão. Com jovens que já passaram esta fase inicial ou mesmo adultos que já jogam a bastante tempo, vemos a possibilidade das informações serem muito úteis, podendo contribuir na eficácia do gesto desportivo e isto traduz-se em pontos para a equipe.
   A comunicação entre os atletas e seu técnico pode, por exemplo, entrosar a defesa da equipe. Orientar o colega para ficar ao seu lado, lembrá-lo da última ação do atacante adversário, são informações extremamente úteis porque podem favorecer a antecipação das ações.
   Finalizando, acreditamos que para que ocorra esta comunicação fluente e construtiva é fundamental que os atletas se relacionarem bem. Sejam realmente companheiros e conheçam seus pontos fortes e fracos. Treinar a comunicação para que torne-se natural e que até mesmo os mais introvertidos “soltem a voz”, inicialmente vibrando quando a equipe faz pontos e posteriormente dando instruções, alertando ou mesmo informando sobre suas reais intenções. Treine a comunicação, ela será um fator importante a seu favor.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
01.American Sport Education Program - Ensinando Voleibol para Jovens São Paulo: Manole, 1999.
02.COSTA, Adilson Donizete da. Voleibol – Fundamentos e aprimoramento Técnico -Rio de Janeiro: Sprint, 2001. 03.MAGILL, Richard A. Aprendizagem Motora – Conceitos e Aplicações - São Paulo: Edgard Blücher, 2000. 04.Minidicionário Aurélio de Língua Portuguesa. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1993.


* Professor de Educação Física das Faculdades Integradas Católicas de Palmas - FACIPAL - Paraná

ARTIGO IV

VOLEIBOL
HISTÓRICO DO VOLEIBOL
Prof. Rogério Eduardo Tavares Frade
   O vôlei foi criado em 1895, pelo americano William G. Morgan, então diretor de educação física da Associação Cristã de Moços (ACM) na cidade de Holyoke, em Massachusetts, nos Estados Unidos. O primeiro nome deste esporte que viria se tornar um dos maiores do mundo foi mintonette.
    Naquela época, o esporte da moda era o basquetebol, criado apenas quatro anos antes, mas que tivera um rápida difusão. Era, no entanto, um jogo muito cansativo para pessoas de idade. Por sugestão do pastor Lawrence Rinder, Morgan idealizou um jogo menos fatigante para os associados mais velhos da ACM e colocou uma rede semelhante à de tênis, a uma altura de 1,98 metros, sobre a qual uma câmara de bola de basquete era batida, surgindo assim o jogo de vôlei.
    A primeira bola usada era muito pesada e, por isso, Morgan solicitou à firma A.G. Spalding & Brothers a fabricação de uma bola para o referido esporte. No início, o mintonette ficou restrito à cidade de Holyoke e ao ginásio onde Morgan era diretor. Um ano mais tarde, numa conferência no Springfield's College, entre diretores de educação física dos EUA, duas equipes de Holyoke fizeram uma demonstração e assim o jogo começou a se difundir por Springfield e outras cidades de Massachussetts e Nova Inglaterra.
    Em Springfield, o Dr. A.T. Halstead sugeriu que o seu nome fosse trocado para volley ball, tendo em vista que a idéia básica do jogo era jogar a bola de um lado para outro, por sobre a rede, com as mãos.
    Em 1896, foi publicado o primeiro artigo sobre o volley ball, escrito por J.Y. Cameron na edição do "Physical Education" na cidade de Búfalo, Nova Iorque. Este artigo trazia um pequeno resumo sobre o jogo e de suas regras de maneira geral. No ano seguinte, estas regras foram incluídas oficialmente no primeiro handbook oficial da Liga Atlética da Associação Cristã de Moços da América do Norte.
    A primeira quadra de Voleibol tinha as seguintes medidas: 15,24m de comprimento por 7,62m de largura. A rede tinha a largura de 0,61m. O comprimento era de 8,235m, sendo a altura de 1,98m (do chão ao bordo superior). A bola era feita de uma câmara de borracha coberta de couro ou lona de cor clara e tinha por circunferência de 63,7 a 68,6 cm e seu peso era de 252 a 336g.
    O volley ball foi rapidamente ganhando novos adeptos, crescendo vertiginosamente no cenário mundial ao decorrer dos anos. Em 1900, o esporte chegou ao Canadá (primeiro país fora dos Estados Unidos), sendo posteriormente desenvolvido em outros países, como na China, Japão (1908), Filipinas (1910), México entre outros países europeus, asiáticos, africanos e sul americanos.
    Na América do Sul, o primeiro país a conhecer o volley ball foi o Peru, em 1910, através de uma missão governamental que tinha a finalidade de organizar a educação primária do país.
    O primeiro campeonato sul-americano foi patrocinado pela Confederação Brasileira de Desportos (CBD), com o apoio da Federação Carioca de Volley Ball e aconteceu no ginásio do Fluminense, no Rio, entre 12 e 22 de setembro de 1951, sendo campeão o Brasil, no masculino e no feminino.
A Federação Internacional de Volley Ball (FIVB) foi fundada em 20 de abril de 1947, em Paris, sendo seu primeiro presidente o francês Paul Libaud e tendo como fundadores os seguintes países: Brasil, Egito, França, Holanda, Hungria, Itália, Polônia, Portugal, Romênia, Tchecoslováquia, Iugoslávia, Estados Unidos e Uruguai
   O primeiro campeonato mundial foi disputado em Praga, na Tchecoslováquia, em 1949, vencido pela Rússia.
   Em setembro de 1962, no Congresso de Sofia, o volley ball foi admitido como esporte olímpico e a sua primeira disputa foi na Olimpíada de Tóquio, em 1964, com a presença de 10 países no masculino - Japão, Romênia, Rússia, Tchecoslováquia, Bulgária, Hungria, Holanda, Estados Unidos, Coréia do Sul e Brasil. O primeiro campeão olímpico de volley ball masculino foi a Rússia; a Tchecoslováquia foi a vice e a medalha de bronze ficou com o Japão.
   No feminino, o campeão foi o Japão, ficando a Rússia em segundo e a Polônia em terceiro.
   O criador do volley ball, Willian Morgan, conhecido pelo apelido de "armário", devido ao seu porte físico, morreu em 27 de dezembro de 1942, aos 72 anos de idade.

FONTE: CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE VOLEIBOL

ARTIGO VII

Princípios Básicos para Competições de Base


Olá!
     Este não será um artigo longo, tratarei nele apenas uma inquietação que tive agora a pouco, pensando “cá com meus botões”.
Quando falamos de competições de base, voltado para crianças em períodos da iniciação, temos que nos remeter a alguns cuidados, ou melhor, refletir sobre alguns vícios que trazemos conosco.
     Um vício comum é pensar em competição apenas pelo viés do resultado de quadra. Ou seja, inscrevo minha equipe para vencer, e pensando nisso, farei o que for possível para conseguir a conquista. Um reflexo deste pensamento é inscrever 14 alunos/atletas, para uma competição, mas utilizar apenas 7 ou 8 desses alunos ao longo de todos os jogos. Isso está de acordo com o caráter formativo?
     Outros vícios bastante comuns  são: (1) visando ensinar o handebol para as crianças, transformar o ambiente de jogo em um momento cercado de valores tradicionais, tais como a famosa preleção “motivacional” pré-jogo, (2) jogar estruturalmente e funcionalmente de acordo com o que aparenta existir nos modelos de alto rendimento, proporcionando uma dinâmica de jogo estereotipada do jogo do adulto, enfatizando, desde muito cedo especialidades para cada aluno, criando uma estrutura de jogo demasiadamente fixa e padronizada, (3) além de desenvolver uma dependência muito grande do professor, deixando o desenvolvimento da autonomia para tomar decisões na quadra, através de uma postura de professor “dono da verdade” que manipula seus “bonequinhos” como fazem os militares ao desenvolver táticas de guerra.
      Vícios como esses devem ser definitivamente banidos do processo educacional. Não pode existir no ambiente competitivo de base. A final, quem é o protagonista deste momento? A equipe vitoriosa, apenas? O melhor professor, que comanda sua equipe de forma a levá-la à vitória? Ou o aluno, que tem que ter o direito de exercer sua função de protagonista, participando da competição?
       Para isso, existem princípios que balizam a ação pedagógica de um “esporte para todos”, que podem muito bem ser transferidas para um ambiente competitivo de base, que deve ser extremamente pedagógico.
      Para o professor João Batista Freire (@jbfreire), existem 4 princípios que devem balizar a ação educativa quando falamos do esporte, princípios estes balizadores de um projeto que considero pioneiro nas discussões sobre o “esporte educacional”, que é o Instituto Esporte Educação (visite o site), conforme aparece na figura abaixo:
Figura 1. Metodologia Triangular para o Ensino do Esporte Educacional (Fonte: IEE)
Entendendo cada um dos princípios quando falamos de Competições Pedagógicas para a base:
  1. Ensinar esporte para todos – é de fundamental importância que competições pedagógicas pensem em seu regulamento, ou que o professor tenha a conduta ética, em proporcionar a participação equitativa de seus alunos. Isso fomenta um aspecto importante: todos participam e todos aprendem através da possibilidade de serem inseridos no jogo.
  2. Ensinar bem esporte para todos – Não basta ensinar bem apenas aquele que é julgado como um talento nato. Ensinar bem esporte para todos significa possibilitar que todos tenham atenção pedagógica. Todos seus alunos participarão das competições pedagógicas (primeiro princípio), logo, todos devem aprender bem, para se sentirem bem quando jogam e quando competem.
  3. Ensinar a gostar de esportes – Você consegue imaginar uma criança que joga sendo comandada por um professor como alguém que terá prazer em jogar? Quando jogam, as crianças devem experimentar a liberdade, pois através da liberdade elas passarão a gostar de jogar. Assim, a postura do professor deverá educar para a autonomia e liberdade, mediando os conflitos do jogo e não comandando crianças como se fossem robôs. Você consegue imaginar uma criança que vai para um jogo e não entra na quadra como alguém que gostará de esportes? Novamente os dois primeiros princípios são fundamentais, pois a participação na competição, pautada em um processo de um bom ensino do esporte, proporcionará à criança gostar do esporte que está jogando.
  4. Ensinar mais do que esporte para todos – Uma competição pedagógica deve ser um ambiente de aprendizado para além do esporte. Existem estratégias interessantes, por exemplo, para que haja maior interação social entre as crianças, como o desenvolvimento de gincanas entre os jogos, em que as equipes se misturam e brincam, ou mesmo propondo atividades cooperativas, em que todos tenham que atingir objetivos comuns, colaborando uns com os outros, mesmo sendo de equipes diferentes. Pode ser estimulada a democracia, desenvolvendo um sistema de votação em que alunos, árbitros, professores e pais possam votar nos destaques das competições, de forma que todos os votos sejam paritários, mostrando às crianças a importância de votarem conscientemente nos nomes que serão os destaques, além de proporcionar a aproximação de crianças de equipes diferentes, no caso de uma criança da equipe A querer votar numa criança da equipe C, tendo que descobrir o nome dela, perguntando diretamente a ela, ou aos colegas da outra equipe. Podem-se estimular valores como de justiça e ética, através de uma postura dos professores diferente daquela tradicional, sem reclamações absurdas com árbitros, sem exposição da criança a situações de desconforto e mesmo, educando as crianças sobre o comportamento delas com os colegas da outra equipe e com a arbitragem.
         Seguindo princípios como esses, uma competição de base pode ser considerada, por excelência, como uma competição pedagógica.
Peço a professores de escolas de ensino fundamental I e II, além de professores de iniciação esportiva (não só de handebol) que pensem sobre esses princípios e busquem utilizá-los no seu dia a dia de competições. Se não for pela própria regra da competição, que seja pela sua ética enquanto educador.
Abraços,

sábado, 25 de dezembro de 2010

ARTIGO VI

Ensinar e aprender
Wilton Carlos de Santana
Docente do Curso de Esporte da UEL (PR)
Doutor em Educação Física - UNICAMP (SP)

     Professores de esporte são eminentemente “práticos”. No final das contas, temos mesmo é de dar aulas. Ao dá-las manifestamos o que sabemos. Intervimos. Em alguns casos, não temos consciência do que fazemos; não compreendemos o nosso fazer. Isso não é bom. Denota fragilidade.
      Ninguém será bom professor de esporte sem uma prática consistente. O que daria consistência para as nossas aulas? Penso que, entre outras coisas, experiência prática, conhecimento teórico, sensibilidade e compromisso social. É por isso que professor, além de dar aulas, deve estudar. É por isso que além de estudar e dar aulas deve humanizar-se. É por isso que além de estudar, dar aulas e humanizar-se, deve humanizar.
      Estudar é dever e não concessão de professor. O conhecimento é necessário na medida em que fortalece e alimenta a prática; volta-se para ela; organiza-a; livra-a das suas imperfeições; acrescenta-lhe uma bem-vinda jovialidade. O conhecimento é a nossa “lente de aumento”. Com ela enxergamos melhor o que praticamos; corrigimos nossa miopia, ainda que não a erradiquemos. Seremos sempre, em dada medida, míopes.

“Sem alunos, sem o hábito de estudar, sem humor, compaixão e humildade os professores se tornam cada vez mais cegos, presunçosos e menos perspicazes”. 
      Professores têm de ser amantes de livros. Os textos lhe excitarão o pensamento e a imaginação. No plano mental, remeter-se-ão à sua prática e a reconsiderarão sob novas perspectivas. É preciso se distanciar da prática para pensá-la. A suspensão da realidade elevará a capacidade de o professor inovar. Preso apenas à sua prática, ainda que muito aprenda, o professor se enfraquecerá; tornar-se-á refém do pouco que sabe. Extenuado, sem imaginação, não dará boas aulas. Isso tende a dificultar e frustrar o aprendizado do aluno. O aluno precisa da inquietude do professor.
      A intimidade com os livros emancipará o professor; dar-lhe-á autonomia. Repito: bons professores têm experiência prática, estudam, são sensíveis e comprometidos socialmente. Sem alunos, sem o hábito de estudar, sem humor, compaixão e humildade os professores se tornam cada vez mais cegos, presunçosos e menos perspicazes. Se forem apenas racionais, não serão bons professores; tampouco se forem apenas práticos, sensíveis ou politizados. Ensinar é uma tarefa trabalhosa. Os meus alunos ratificam dia-a-dia essa assertiva.
      E o amor? O professor deveria amar os seus alunos? Sim. Isso significa ter atitudes amorosas, que passa por ouvi-los, desafiá-los, encorajá-los e repreendê-los. Os alunos precisam de professores que os ajudem, por um lado, a estabelecer limites e de outro lado a transgredi-los. O professor precisa desafiar e encorajar o aluno preguiçoso a se dedicar, o individualista a cooperar, o tímido a se expressar, o autoritário a dialogar, o impulsivo a ponderar, o agressivo a se controlar, o medroso a lutar, o desleixado a se organizar, o malcriado a ser elegante. 
      O ritmo de aprendizado dos alunos é distinto. Cada qual tem uma história de vida e menos ou mais motivos para agir diante das propostas do professor. Todos têm um tempo de aprender. Não é preciso acelerar respostas ao ensinar, mas isso inclui atentar para o que se propõe ao aluno. O aprendizado tem a ver com a complexidade do desafio, pois este mobiliza ou paralisa o aluno.
       Por último, diria que os professores deveriam ser gratos aos alunos por o colocarem sob desafios, pois um professor sem aflições, sem problemas e inquietudes, não amadurece, não estuda, não aprende, não se sensibiliza e não se compromete.

ARTIGO V

15 dicas pedagógicas para ensinar futsal
Wilton Carlos de Santana
Docente do Curso de Esporte da UEL (PR)
Doutor em Educação Física - UNICAMP (SP)
        Relacionei neste texto quinze dicas que podem ser consideradas quando do ensino do futsal na infância. Isso é parte da minha pedagogia. São idéias que me alimentam; que entram comigo na quadra e facilitam o meu convívio com os alunos.
        As aulas de futsal não devem ser apenas práticas. Portanto, (1ª) o professor deve reservar momentos que contemplem a verbalização, a troca de idéias, a reflexão, as reuniões em grupo. Mas daria para praticar teoria independentemente da faixa etária? Sim, mas desde que se respeite a seguinte regra: quanto mais nova a criança, menos teoria. Por quê? Porque crianças têm dificuldade em se concentrar e de pensar sobre coisas abstratas e hipotéticas. Logo, (2ª) quanto mais nova a criança, a teoria deve se referir mais às coisas imediatas que ela fez ou fará, a fim de que ela recorra àquilo que manipulou ou manipulará, visualizou ou visualizará, explorou ou explorará.
        (3ª) Em função do que foi dito nas dicas anteriores, não se deve abusar da linguagem verbal com crianças muito novas. Por outro lado, quando da verbalização, (4ª) sugiro que perguntas sejam feitas; que se dêem dicas. Criar um clima participativo estimulará a capacidade de reflexão das crianças. Estas, ao falar sobre algo, tomam consciência. Isso é um prenúncio para se fazer melhor o que se faz e para a conquista da autonomia (que exige um clima cooperativo). Quando do ensino não são apenas as perguntas e dicas se constituem estratégias pedagógicas indicadas. Explicações e até demonstrações são indicadas.
        (5ª) Quanto mais nova a criança, maior a preocupação em proporcionar experiências diversificadas, que exijam da criança coordenar (ordenar junto) movimentos. Por quê? Porque isso fará com que a criança tenha maior domínio sobre seus movimentos e objetos, o que facilitará para ela aprender movimentos mais complexos. Também em função de a diversidade trazer problemas a serem solucionados, constituindo-se, desse modo, um nicho adequado para o desenvolvimento da inteligência, tão necessária no esporte. Portanto, a construção e o enriquecimento dessas experiências constituem a base para um bom desempenho esportivo. Lembre-se de que, em situação de jogo, será exigido coordenar, simultaneamente, movimentos próprios, das pessoas e da bola num determinado espaço e tempo, distribuir atenção e movimentar-se com economia de esforço e inteligência.

“Isso é parte da minha pedagogia. São idéias que me alimentam; que entram comigo na quadra e facilitam o meu convívio com os alunos”.


       (6ª) Devem-se considerar os jogos já conhecidos por todos para ensinar. Por quê? Vejo duas vantagens: (1ª) não há uma ruptura brusca da cultura infantil, daquilo que ela faz fora da escola, na rua; (2ª) abre-se um espaço para ensinar novas maneiras de se jogar a partir do que já é conhecido, o que facilitará o interesse (afetividade) da criança. Em garantido o interesse, cria-se o clima privilegiado para o aprendizado.
        Em geral, (7ª) crianças de sete, oito anos podem desenvolver as habilidades motoras (passe, chute, drible etc.) em situação de jogo. Entretanto, em função das diferenças individuais – como, por exemplo, a história de vida de cada criança – isso acontecerá diferentemente. Por isso, nem todas podem estar sob as mesmas atividades. O desafio do professor é planejar conteúdos que sejam adequados para as crianças. Outro desafio é ensinar de forma lúdica e divertida um bom jeito de jogar futsal.
        Crianças de dez, onze anos, dependendo da sua história de vida, apresentam em geral maior facilidade em coordenar a bola, o colega, o adversário e o espaço simultaneamente. Também têm uma capacidade maior de concentração. (8ª) Assim é possível criar jogos com regras mais elaboradas. Esses se tornam mais próximos do futsal propriamente dito. Aliás, é nessa fase que se deveria ensinar o futsal propriamente dito.
        (9ª) Quanto mais a criança se aproxima do final da iniciação, por volta dos 12-13 anos, o descrito no enunciado acima deve se afirmar. Em contrapartida, é preciso salientar que, em alguns casos, esse período coincide com o início da puberdade. Essa nova maneira de ser deverá provocar transformações significativas em todos os aspectos da sua vida. Se pensarmos apenas no aspecto motor, é um período de reestruturação. Alterações morfológicas - como, por exemplo, o crescimento acelerado -, perturbarão a qualidade dos seus movimentos. Por isso, é adequado colocá-las sob atividades diversificadas.
        Em geral, (10ª) quanto mais nova a criança, menor a sua capacidade de cooperar, isto é, atuar junto, pois isso exige a coordenação de pontos de vista diferentes, de reciprocidade. Essa característica sugere um momento propício para práticas individuais (relação com a bola). Porém, isso não implica o desprezo das atividades cooperativas (que exigem atuar junto de outros) e que melhor ensinam futsal.
        Em particular, (11ª) o professor poderá se envolver (jogar) com as crianças quando da prática de jogos. Haveria problema? Nenhum. Por perto, o professor poderá mediar conflitos e regulamentar, minimamente, o plano coletivo do jogo. Ser o irmão mais velho.
        Em geral, (12ª) quanto mais próximo o final da iniciação, maior facilidade a criança deverá apresentar para aprender detalhes e para se concentrar nas informações recebidas. Portanto, há um aumento de teoria; há um aumento das técnicas, que se referem às informações sobre como melhor executar as habilidades. Mas sem essa de transformar a aula e/ou o treino numa assembléia!
        (13ª) Ensinar a jogar mediante brincadeiras, competições, nas quais predominam disputas, jogos reduzidos, que sinalizam para formações numéricas inferiores das encontradas no jogo formal e em espaços reduzidos é o mais adequado para crianças até os 08, 09 anos, pois mantêm o que é essencial: aprender a jogar jogando. Isso é essencial em virtude de o ambiente do futsal ser imprevisível e instável. Logo, as habilidades devem ser aprendidas e treinadas sob constrangimentos.
        À medida que a criança avança na idade e em especial, na experiência, (14ª) os jogos adaptados ou modificados ou condicionados ou pré-desportivos (jogados sob condições especiais) deverão ser progressivamente introduzidos. Observe que esses jogos no início da iniciação, por volta dos 7,8 anos, não são muito adequados, pois as crianças não têm ainda uma boa relação com a bola, nem uma boa comunicação (jogar junto), tampouco cooperam e compreendem/respeitam muitas regras. É preferível brincar e jogar reduzido (por isso a 13ª dica!). Entretanto, não quero dizer que, eventualmente, o professor não promova jogos adaptados para os menores.
        (15ª) Atenção para o aproveitamento do espaço, tempo destinado à atividade, material disponível, número de alunos. Nada de grupos numerosos, crianças em fila ou fora da quadra. Lembre-se de que o aprendizado em futsal depende de experiência prática. Logo, quanto mais generosa a participação, associada às dicas anteriores, mais oportunidades de um bom aprendizado (coordenativo, técnico-tático, sócio-moral, cognitivo).

ARTIGO III

História do Handebol
     Não se sabe exatamente quem criou o handebol, embora se tenha registros de modalidades semelhantes em vários momentos históricos. A verdade é que, desde a criação da bola, a prática do handebol já parecia ser algo inevitável. Para se ter uma idéia, um jogo parecido (a principal diferença é que não havia balizas) já era praticado na Grécia Antiga, fato até citado por Homero na Odisséia.
     Entretanto, a fama de criador do handebol é de um professor de Educação Física: o alemão Karl Sshelenz, considerado o pai do esporte. Em 1919, o professor reformulou o “Torball”, uma modalidade parecida, só que destinada a mulheres. Desta forma, o esporte passou a ser praticado por homens, ganhou novas regras (passou a ser praticado em um campo maior, por exemplo) e um novo nome: Handball.
     Devido ao fato do esporte ter sido desenvolvido por um professor de educação física, o handebol ganhou grande aceitação nas escolas e colégios de muitos países, como Alemanha, Áustria, Suécia, Dinamarca e Checoslováquia, iniciando assim, as primeiras competições internacionais.
     Até então, as regras do esporte eram publicadas pela Federação Alemã de Ginástica, fato que mudou em 1927, com a criação da Federação Internacional de Handebol, composta por 39 países membros.
     Outro importante capítulo da história do handebol foi a sua inclusão pelo COI (Comitê Olímpico Internacional) nos Jogos Olímpicos de Berlim, em 1936. No Brasil, o esporte foi introduzido por volta de 1930 no Estado de São Paulo, e a partir de então, o handebol não parou de crescer.

ARTIGO II

Futsal e a preparação física
Barth Sorrilha é preparador físico do Santa Fé Futsal
     A prática do futsal tem evoluído no mundo nos últimos anos. Isto se deve à globalização das regras do jogo e, principalmente, à evolução do treinamento.
     O treinamento e a preparação física passam por uma utilização dos conteúdos das características do próprio jogo de futsal, pois facilita a compreensão e a busca de conteúdos específicos e consequentemente a orientação do treinamento.
     No próprio jogo de futsal aprenderemos com certeza o que é preciso para treinar, usando no treinamento situações semelhantes e integradas.
     A partida de futsal desenvolve-se em duas partes de 20 minutos cronometrados --cada uma delas com um intervalo de dez minutos. Os jogadores realizam atividades motoras complexas e que se alternam de forma aleatória, havendo diversas fases variáveis em sua intensidade e volume de trabalho e pausa. As ações se realizam em alta intensidade e são normalmente de curta duração, com substituições livres.
     Como vemos, a dinâmica de jogo não é fixa, tem características mutáveis. As exigências de competição são cada vez mais elevadas. A preparação física nessa modalidade terá que se adptar à essas exigências, buscar uma maior especificidade, adequar métodos tradicionais de treinamento a metodologias atuais e buscar definitivamente um trabalho que venha suprir realmente as necessidades deste esporte.
     Sabendo realmente das características do futsal, fica evidente para a preparação física que a força, a velocidade e as capacidades coordenativas são as bases do treinamento físico. Mas sabemos a importância do trabalho de resistência, em que a melhora destas capacidades físicas elevará o rendimento individual do atleta e consequentemente de toda equipe, resultando assim num melhor rendimento em competição. Mas esse assunto ficará para um próximo artigo.

ARTIGO I

História do Futsal no Brasil
       O Futebol de Salão tem duas versões sobre o seu surgimento, como em outros esportes, há divergências quanto a sua invenção. Há uma versão que diz que o Futebol de Salão começou a ser jogado no Brasil por volta de 1940 por freqüentadores da Associação Cristã de Moços, em São Paulo, pois havia uma grande dificuldade em encontrar campos de futebol livres para poderem jogar e então começaram a jogar suas "peladas" nas quadras de basquete e hóquei. No inicio jogavam-se com cinco, seis ou sete jogadores em cada equipe mas logo definiram o número de cinco jogadores para cada equipe.
      As bolas usadas eram de serragem, crina vegetal ou de cortiça granulada mas apresentavam o problema de saltarem muito e freqüentemente saiam da quadra de jogo. Então tiveram seu tamanho diminuído e seu peso aumentado. Por este fato o Futebol de Salão passou a ser chamado de "O Esporte da Bola Pesada".

      Temos também a versão que nós, gaúchos, amantes deste esporte damos como a mais provável, o Futebol de Salão foi inventado em 1931 na Associação Cristã de Moços de Montevidéu/Uruguai, pelo professor Juan Carlos Ceriani, que chamou este novo esporte de "Indoor-Foot-Ball".
       Destaca-se em São Paulo o nome de Habib Maphuz, que muito trabalhou nos primórdios do Futebol de Salão no Brasil. O professor da ACM de São Paulo, Habib Maphuz no inicio dos anos cinqüenta participou da elaboração das normas para a prática de várias modalidades esportivas, sendo uma delas o futebol jogado em quadras, tudo isto no âmbito interno da ACM Paulista.
       Este mesmo salonista fundou a 1ª Liga de Futebol de Salão, a Liga de Futebol de Salão da Associação Cristã de Moços e após foi o 1º presidente da Federação Paulista de Futebol de Salão. Foi colaborador de Luiz Gonzaga de Oliveira Fernandes para a elaboração do 1º Livro de Regras de Futebol de Salão editada no mundo, em 1956.

Apesar das divergências, o que se conclui é que o Futebol de Salão, nasceu na Associação Cristã de Moços, na década de 30 em Montevidéu ou na década de 40 em São Paulo.

domingo, 19 de dezembro de 2010

AVALIAÇÃO DO PROJETO FOME DE BOLA - 2009

           A equipe do projeto analisou como proveitoso o ano de 2009, pois conseguimos realizar com eficiência e eficácia as ações prevista no plano de ação. É claro, necessitamos de fomentos que incentive o esporte a ganhar a centralidade que ele merece e que são pertinentes para o momento que viverá o país “ Copa do Mundo de 2014 e Olimpíadas de 2016”. Agradecemos a Secretária de Educação Glaucia Sério por acreditar conosco que o esporte desenvolvido com planejamento, seriedade e compromisso servirá como forma de inclusão das camadas carentes de nossa cidade, dentre elas as crianças e adolescentes em risco social.
           No ano de 2009, o projeto ganhou uma nova roupagem, passou a atender uma clientela menor de 150 crianças e adolescentes em três modalidades handebol, futsal e voleibol, visto que em vez de passarem apenas 10 meses no projeto passarão 04 anos, dependendo da sua idade e do seu desempenho na escola e nas atividades do projeto.
          O ano que passou o projeto proporcionou as crianças e adolescentes algumas atividades de cunho sócio-educacional como visitas a patrimônio histórico e cultural, intercambio sócio-desportivo, recreação, jogos e lazer, trilha educativa, palestras educativas , dentre outras ações. Nesse ano de 2010 buscaremos parcerias com a iniciativa privada do município e demais entidade que queiram compartilhar desse sonho conosco, pois compreendemos que a justiça social se faz com a participação de todos.
                                                                                                                 Equipe do projeto

VISITA A PATRIMÔNIO HISTÓRICO E CULTURAL( Mirante de São Benedito – Camutá).

Objetivos
    Sensibilizar as crianças e adolescentes do projeto, quanto a história, cultura e a memória do povo bragantino;
   Mostrar  as crianças e adolescentes do projeto a riqueza e a importância dos monumentos históricos e culturais da região;
   Enfatizar a necessidade de se preservar os patrimônios históricos da região bragantina;
   Explicar o significado da palavra patrimônio histórico e sua utilização no contexto social;
Data: 11/12/2009
Prof. mediador: Alcides Lúcio Ribeiro (historiador da Escola Galvão).

PALESTRA: EDUCAÇÃO E SEXUALIDADE

A palestra “Educação e Sexualidade”, foi proferida pela professora Alessandra Cristina Carvalho, tendo como público alvo as Crianças e Adolescentes do Projeto Fome de Bola.
Nessa palestra de cunho informativo e educacional foram discutidos vários temas de relevância  social, como sexualidade na adolescência, gravidez precoce, prevenção, higiene corporal e pedofilia.
Local: Escola Rosa Athayde.
Data: 17/10/2009
Hora: 08:00 hs.

PROGRAMA “DIA DE LAZER”

O “Programa Dia de Lazer”  contou com aproximadamente 100 crianças e adolescentes, todas de baixa renda. Essa atividade teve como objetivo principal propiciar aos envolvidos no projeto momento de descontração, diversão, lazer e cultura no seu tempo livre. 
Local: Balneário Anoirá (Augusto Corrêa)
Data: 24/10/2009

PALESTRA: Violência e Prevenção de Drogas - Palestrante: Armando Araújo (Polícia Militar).

objetivos:
Focalizar não só o produto, mas o  homem enquanto cidadão, pessoa e sujeito ativo;
Enfatizar os aspectos biopsicossociais, pois, é da interação destes que se constitui o homem;
Considerar a realidade social do município, onde o uso indevido de drogas e a violência praticada por adolescentes e jovens vem aumentando consideravelmente;
Oferecer respaldo teórico/prático sobre  prevenção de drogas  as  crianças  do  Projeto  Fome de  Bola.

Monitoramento Familiar

OBJETIVOS
Verificar o comportamento das crianças junto a família;
Verificar o nível de satisfação do responsável pela criança;
Detectar problemas comportamentais do aluno no entorno comunitário;
Conversar com a família sobre a ausência da criança nas atividades do projeto;

1º TORNEIO DA REPÚBLICA - ANO 2009

objetivo principal despertar nas crianças e adolescentes do projeto o prazer pelo espetáculo esportivo, aumentar a participação no jogo coletivo, além de desenvolver  na criança o senso de cooperação, democracia e uma moral voltada para autonomia.
Data: 15/11/2009
Local: Ginásio Municipal

TRILHA EDUCATIVA: educação e meio ambiente - Prof. mediador Von Ranzeras

A trilha educativa teve como objetivo informar e sensibilizar os alunos do projeto sobre questões de relevância mundial, como: urbanização, aquecimento global, desenvolvimento sustentável, assoreamento dos igarapés e esgotamentos dos lençóis freáticos.
Data: 14/11/2009
Saída: Departamento de Desportos.

PALESTRA: educação e Nutrição - PALESTRANTE: Prof. Nonato Lima, nutricionista do Hospital Santo Antonio (Bragança).

Objetivos:
Educar os hábitos alimentares das crianças e adolescentes do Projeto Fome de Bola;
Incentivar os alunos do Projeto a consumirem produtos ou alimentos saudáveis e com alto teor nutritivo;
Indicar as crianças e adolescentes do projeto os produtos e alimentos adequados para as pessoas que praticam atividades físicas e ou esporte coletivo;
Ensinar as crianças e os adolescentes do Projeto Fome de Bola a preparar sua própria alimentação;
Local: Salão Paroquial
Data: 28/11/2009

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

PALESTRA: Educação e Religiosidade - Palestrante Padre José de Arimatéia

 
Objetivos:
Esclarecer e sensibilizar as crianças e adolescentes do projeto acerca da importância da religião para a formação cristã do cidadão;
Despertar nas crianças  e adolescentes do projeto a necessidade de  se participar de eventos  que contemple a religiosidade;
Aproximar as crianças e os adolescentes do projeto dos templos religiosos e ensiná-los a pratica das boas ações cristãs;
Data: 24/set/2009
Local: Salão Paroquial

PALESTRA: Limite e disciplina na família.

Objetivos:
   Sensibilizar e informar a família dos alunos sobre organização familiar, respeito e limite no grupo social;
   Valorizar o conhecimento popular dos pais como forma de despertar nos seus filhos os valores morais, éticos, educativos e sociais;
   Reforçar a responsabilidade dos pais na formação educacional de seus filhos;
Enumerar sugestões segundo especialistas sobre boa convivência familiar;
Data: 07/nov/2009
Local: Salão Paroquial
Palestrante: Professora Maria do Carmo Rabelo.
FICHA DE INSCRIÇÃO DO PROJETO FOME DE BOLA
I - DADOS PESSOAIS
Nome:_________________________________________________________________________
Nacionalidade:_____________________________ Naturalidade:_________________________
Data de Nascimento: _______________ Local: _____________ 
Filiação: Pai:____________________________________________________________________
              Mãe:___________________________________________________________________
Endereço:______________________________________________________________________
                ______________________________________________________________________
Bairro:___________________________ Cidade:_____________________________                 Estado: ___________________________ CEP:_______________________________                      

MODALIDADES:                   FUTSAL [    ]   HANDEBOL [    ]     VOLEIBOL  [    ]
MONITOR:   


III - DADOS PROFISSIONAIS DOS PAIS

Local de trabalho:________________________________________________________________
Endereço:______________________________________________________________________
Bairro:___________________________ Cidade:______________________________________
Estado:__________________________  CEP:________________________________________
Fone/Fax:_________________________ Email:______________________________________
Atividade Principal:_______________________Função__________________________________
Regime de trabalho/horário:________________________________________________________
Possui outras atividades profissionais Quais__________________________________________

IV - INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES:
Disponibilidade de horário para o projeto:______________________________________________
Atleta:
(    ) Oriundo de escola pública
(    ) Oriundo de escola particular
(    ) Compromete-se a respeitar os critérios do projeto.

OBS:

Augusto Corrêa(PA), ........ de .................................. de 2010

                                                       Assinatura do Atleta

                            .................................................................................................